segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Feliz 2008


O tempo é muito lento para os que esperam,
muito rápido para os que têm medo,
muito longo para os que lamentam,
muito curto para os que festejam.
Mas, para os que amam,
o tempo é eternidade...
(William Shakespeare)





F e l i z A n o N o v o

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Apoteose - um show


Jornal de Santa Catarina
Exibindo conteúdo de 27 de dezembro de 2007. Edição nº 11186
Almanaque do Vale

Apoteose dos anos 60
A ilustração lembra um tempo em que a banda Apoteose de Blumenau fazia furor em Santa Catarina, principalmente no eixo Rio do Sul, Blumenau, Balneário Camboriú e Florianópolis.
Hoje, passados mais de 38 anos, seja como Beavers ou como Apoteose, a imagem resgata os componentes do conjunto, por ordem, da esquerda para a direita:
- Edgar Nascimento,
- Rogério Soares (Lelo),
- Francisco Soares (Coco),
- Rogério de Oliveira Rosa,
- Sérgio Luiz Saccenti e
- Renato Goessel (Bola).
(Foto: arquivo de Edgar Nascimento e Renato Goessel )

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Típico


Típico

O amigo e colunista Valther Ostermann no Jornal de Santa Catarina de 19 de dezembro de 2007 explica que em dezembro de 2003 publicou um pequeno descritivo da rotina de um blumenauense típico, obediente à cultura local. Republicadoo texto é ótimo. Genial.

Não é fácil ser um blumenauense típico. Mal acaba de desembrulhar os presentes de Natal e já está carregando o carro, colchão enrolado em cima, o aparelho de TV acomodado entre a imensa bagagem, crianças, o cachorro, câmara de ar que será bóia, tudo socado, rumo à estrada que a praia está chamando. Fila na rodovia, calor danado, capaz de chover, pára de berrar, menino!, engarrafamento inevitável em Gaspar, quatro horas de viagem para um trecho tão curto, o chevetão só ferveu uma vez, enfim o mar. E então é aquilo de sempre, todos numa casa de dois quartos, a mulher trabalha feito uma moura, ele paga todas as despesas - o cunhado que sempre aparece nunca se coça - cadê o menino, pelo amor de Deus, eu disse para ficar olhando, picolé, areia na sunga, queimadura de sol, ui como arde, bota vinagre, o banheiro sempre ocupado, o cunhado é desregulado. Dormir amontoado não é mole, o cunhado é flatulento, pudera, come feito um cavalo, ainda se colaborasse, mosquitos, pagode no vizinho até de madrugada, mania de soltar foguetes. Quando acaba o feriadão repete-se a viagem, agora em sentido contrário, fila de novo, só deu um dia de sol, diabo de chuva, congestionamento irritante em Gaspar, o chevetão ferve, enfim o lar. Descarrega-se toda a tralha, cuidado com a TV, será que esquecemos alguma coisa? O menino! Cadê o Wanderson Kleyton? A mulher desmaia, a sogra abre falação, o cachorro mijou dentro do carro, calma, liga pro vizinho na praia, pra polícia, eu volto para buscar, alguém me empresta um carro que o chevetão está no bagaço. Leva um ano para curar o estresse das férias.

(foto arquivo site do Santa)

Ata de 18 de dezembro de 2007


Relatório da reunião do CLUBINHO no dia 18 de dezembro de 2007 patrocinado e realizado na residência do Mauro Mesquita. O cardápio o excelente churrasco conduzido novamente à partir de um secador de cabelos. Por ter congelado a carne não fez gelo e a família foi comprar. A foto da Paes não deixa os moços em paz. O vestidinho não encolhe e a foto em cima do fogo já ta amarelada. Melodias com bolachas do tempo do rádio preto em branco, “Nat King Col” com “catito mio”. O Nei soube quebrar, agora abrir o gelo, com técnica no saco foi com o Eduardo (cabeça). Que não se entregou como assador. Diz ele que não se deve dizer aos clientes “estamos lotados de trabalho” – vai que o cliente manda cortar a metade. O nascimento do neto – Michael Lucindo – made in isteites – foi a conversa. Alguns gaúchos já estimam a liderança com a maioria de sócios. O aposentado Nei trocou o fone, o celular e a internet por um novo ultra mega sistema automático, quatro marchas, 3 G, blindado de 350 mega pixels, memória de 300 giga, flex power. Só que não funciona em casa, só no bico do morro. Precisa ter peito. Então esta combinado que só vai responder e-mail de quinze em quinze dias quando vai a praia. Lá funciona. Disse que vai “apareceire em Lins de pai noel, páh” - visitar o neto lusitano. Não vai ficar no hotel do genro pois o Papai Noel não passa lá, só pára no extremo sul do Brasil pra trocar as renas. Em off pediu ao Cláudio uma revisão na gremalheira. O cidadão justificava que não é pôtreticu e repetia seguidamente “corega, colega, corega”. De passada o Bola disse ao Odontologo que é muita grana e que não vale. O serviço. O bar do “Ardebau” esta abrindo na praia. O Lelo vai ter conta fixa. Diz que quando entra no ambiente a moreninha abafa. Coisa de cinema ou novela. E a história do ginecológico que disse a impaciente que a laqueadura custaria 500 pilas. Ela de pronto – só isso... ele remenda... É senhora... do lado direito, né, pois o lado esquerdo são mais milão. O Mano adepto a “correntes” fez a pegadinha com o Pfau. É que operado se desconfia que o cara fica Zen. Zen desconfiômetro. Foi preso um mineiro que tirava foto de calcinhas embaixo das escadas. Safado e burro uái. Devia é tirar calcinhas. O Coronel diz que em Curitiba tem um museu de medicina legal que exibe calcinha que é um crime. Ainda bem que não são calcinhas com sangue. E há quem esteve no Gruta Azul que não é restaurante mas tem muita comida gaúcha e com três andares de fartura com uma pequena consumação. É de lamber o prato. E o Lalicorne em Sampa não era para levar meninas. O Mauro DJ da noite colocou o “Villaje People” com a YMCA - que visivelmente deu problemas para conter alguns rebolados. Momento cultura desta ata que pode ser lida por todos: YMCA é um hotel decadente e que se a música fosse composta na oktoba em Blumenau seria cantado - Rex, Rex, Rex.... “Estou convencido que nunca na história deste país se deu tanta grana em troca de um casaco com motivos andinos na lapela”. Diz que vem aí o imposto " p t m f " já rotulado de " a vingança". Mantega no último tango fez o serviço. E diz que boa é a filha. E o Simon derrapou tentando ajudar a Ieda que ta sem grana. Bobeia eles trocam a dívida com o Uruguai. Se a mania da Argentina pega o Dona Marisa é candidata. Deveríamos também assumir cargos e criar o nosso propinoduto. Pedágio no caminho das praias. Em Gaspar os silveiras & schmitz ficaram doidos. Se sabe que a “afreschal deveria é aperthal”. Revoltados chamaram pelo comandante que diz só assume só com novos salários. O Lelo lembrou do rota 88 = HH = Hei Hitler - daquela turma. O Nei ainda ouve as risadas do bando de gambás no coqueiro depois dos tiros. O coqueiro já foi sepultado. O Bola se orgulha do cartão de natal Cristo Redentor com a camisa do FLA. Sem os furos de balas perdidas. Ciumentos dizem que é uma montagem. Dispararam nas competições com os filhos do Piquet até de caminhão. O Eduardo foi de cabeça no sorvete. O Adilson e o Pfau conhecem de “poleiros naturais” onde as aves cagam sementes na forma de mudas de ipês. Se não ganham gorjeta os escuros motoristas de táxi americanos não ficam “pit” da vida. É a lei como dizia a Isabel da Dona Áurea. O Pfau fez farta distribuição de revistinha de sacanagem – cheia de explicitas ofertas de relógios - com uma gigante matéria das miniaturas – e adoçou o bico de todos com o mini panetone de brinde da “Corporation” para os presentes. Ho Ho Ho. O Mauro conseguiu abrir a porta e se fomos todos embora dando bons natais nesta derradeira reunião de 2007 prometendo voltar dia 15 de janeiro se for terça feira. Tomara que a gente acerte pois já vai ser ano novo.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Michael Lucindo
















Nasceu!!!

MICHAEL LUCINDO
domingo dia 16/12/07
às 1:35 horas
pesando 3300 g.
Lindo que nem o VÔ.
Assinado Lucindo Pereira



quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

No dia em que xô ... CPMF

CLUBINHO e o mundo político nacional.


Homenagem ao Cão Sorriso
que obteve mais de 4000 votos para deputado federal

Foto em Balneário Camboriú na inauguração do busto canino, lá pelos idos de 80
- Rubens Heusi, Naschweng, Renato Wolff, Nagel e Paulo Raimundi sentado.
Em pé sozinho um papagaio de pirata. fonte Rubens Heusi