quarta-feira, 29 de julho de 2026

Ata de 28 de julho de 2026

Ata do Clubinho – reunião Jantar em 28 de julho de 2026 – Restaurante Chinês. A reunião do Clubinho aconteceu em clima de muita amizade, descontração e boas risadas, como já é tradição. O grande destaque da noite foi o relato do amigo Evandro sobre sua nova vida na Espanha. Contou das mudanças, da casa nova, dos novos amigos e da tranquilidade da região onde está morando. Aproveitamos para lançar uma novidade: realizar uma reunião do Clubinho em casa. A ideia agradou tanto que já existe uma "fila de espera" para futuras reuniões nas residências dos integrantes. Com a nova logística, o Zé também já foi avisado de que não precisará mais de carona. Evandro ainda comentou que, do oitavo andar do Edifício Blumenau, consegue acompanhar "o movimento de cima e de baixo". Comentamos o sucesso do Concurso de Queijos realizado na Vila Germânica, que dividiu as atenções com uma bela exposição de automóveis antigos, especialmente os eternos Opalas da Chevrolet. Em meio às lembranças surgiu o famoso ônibus do Elisiário, carregado de antiguidades, mas ninguém conseguiu localizar o lendário "Brucutu" do anel. Recordamos também uma moda antiga: os esguichos de para-brisa dos Fuscas, que viviam sendo furtados. As viagens voltaram ao centro da conversa quando o Simão descreveu as maravilhas de voar na classe executiva e na categoria Master Plus da Emirates. Impressionou o grupo ao contar que o Airbus A380 opera com quatro comandantes e que teve a oportunidade de visitar o compartimento reservado aos pilotos. Também registramos nossa torcida pela plena recuperação do amigo Odair, do ramo de seguros, desejando-lhe muita saúde. O Simão ainda encantou a todos contando detalhes do passeio realizado com a família pela Croácia, despertando a vontade de muitos em conhecer o país. Na economia, o humor deu lugar a uma breve preocupação ao comentar o crescente endividamento das famílias brasileiras. O exemplo da noite foi o absurdo de já existir pizza do iFood sendo parcelada no cartão de crédito. A conversa rapidamente resgatou os tempos do velho cheque pré-datado, lembrança que rendeu boas histórias. Continuamos preocupados com o acelerado crescimento imobiliário de Balneário Camboriú, assunto que sempre desperta opiniões diversas. Como não poderia faltar, o Luciano, o "véio", brilhou mais uma vez com sua criatividade, criando personagens e participando de praticamente todas as histórias contadas durante a noite. As recordações sobre Joinville renderam gargalhadas. Relembramos os campeões de Lambretta competindo de bermuda, camiseta de posto de gasolina e chinelo de dedo, enquanto um determinado piloto aparecia impecavelmente equipado com macacão de couro preto e botas, mas sua Bulbrake praticamente não saía do lugar. As histórias de aviação também marcaram presença. O inesquecível "Preto Avião Toni" era famoso por percorrer apenas o trajeto entre o hangar e o bar. Outra lembrança hilária foi a dos dois amigos que pediram um "heckepete" e ainda solicitaram que fosse frito. Na sauna, o frequentador destacado pela bengala acabou eternizado com o apelido de "Pausano". Conversamos ainda sobre a valorização dos carros antigos e fizemos uma divertida lista das meninas bonitas da juventude. Algumas continuam elegantes até hoje, enquanto outras permanecem lembradas pela beleza marcante, como Jussara, além de artistas que atravessaram o tempo, entre elas Suzana Vieira. Também recordamos o inesquecível MP Lafer e a jovem do skate que protagonizou uma queda memorável da prancha no mar. Vieram à tona os investimentos do Lourival em galpões industriais e a curiosa história do McDonald's, onde deixou de se tornar franqueado simplesmente por não aceitar tirar a barba. O sempre bem-humorado Maneco também foi lembrado como um excelente companheiro de conversa. As memórias seguiram com o tio Aggeo e seus tratores, os bailes de debutantes e uma aventura inesquecível rumo a Florianópolis em um Chevrolet Pavão, com cinco amigos a bordo. Em determinado momento, ficaram praticamente sem freios. A solução improvisada veio pelas mãos de Cesar Mund, que conseguiu isolar uma das rodas utilizando apenas um prego. Mesmo assim, todos festejaram e retornaram para casa com uma roda apenas com freio. Outra aventura foi a viagem para Itajaí, debutantes no Guarani, em um Dodge do Quico. No caminho atropelaram um cavalo. A conclusão bem-humorada da história foi que "hoje o cavalo mora no Oeste do Estado". Encerrando a noite, lembramos das motocicletas que cada um possuía na juventude, comentando marcas, cilindradas, cores e as muitas histórias que cada máquina carregava. Mais uma reunião em que as lembranças, a amizade e o bom humor foram os verdadeiros protagonistas. (com ChapGPT)